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Um estudo desenvolvido por Lima (2009) avaliou que, para sixty three% dos pais de filhos com deficiência intelectual, a aprendizagem e o desenvolvimento são o principal motivo para os filhos estudarem na rede frequent de ensino, enquanto 21% tiveram a socialização como motivador.

Por se tratar de um campo considerado distintivo, costuma-se supor o uso de procedimentos didáticos ditos especiais, o que de certa forma se deve a uma necessidade de caracterizá-los também pela diferença. A ideia de procedimentos didáticos especiais torna complexa a prática pedagógica junto ao aluno com deficiência, sendo que aí estão envolvidos os mesmos processos de aprendizagem - porém, em ritmo e grau inferiores. A inclusão escolar, nesse sentido, tem carecido mais de uma abordagem técnica do que de uma perspectiva reflexiva.

A terminologia da área dos transtornos da aprendizagem e do desenvolvimento outline deficiência como uma condição resultante de um impedimento, ou seja, como uma limitação em algum nível que compromete determinados desempenhos (OMS, 1995; AMERICAN PSYCHIATRIC Affiliation, 1995; SASSAKI, 2005). Assim, deficiência corresponde a uma habilidade em déficit, uma perda ou uma anormalidade (no sentido estrutural, estatístico, e não cultural, como nas noções pejorativas de bom e ruim).

A angústia sentida em relação ao modo de trabalhar junto a alunos com deficiência intelectual, como destacam Carvalho (2004) e Mantoan (2006), não pode exclusivamente se restringir ao quadro clínico dessa clientela, uma vez que os próprios alunos sem deficiência não conseguem obter uma apreensão de todo o conteúdo curricular, o que ocorre devido a motivos diversos (motivação, história de aprendizagens, condição intrapessoal, saúde, condição social etcetera.

Desse modo, é possível gerar condições para que o aluno acerte mais do que erre, receba mais reforço imediato e responses. Assim, promove-se a motivação, a autoconfiança e o aumento de comportamentos almejados pelos objetivos escolares;

• sem discriminações e que promova segurança, relação interpessoal, contingências positivas e bem-estar pessoal;

Parece que para muita gente a vida vai acontecendo só de alegrias, talvez seja sorte, acredito, mas uma boa dose de segurança e dedicação também ajudam a vencer.

A apresentação de uma síntese bibliográfica de um tema tão específico como a caracterização da deficiência intelectual, por si só, já é importante, bem como sua associação a práticas educacionais que viabilizem ações efetivas e evitem ações com forte potencial de prejuízo ou com efeitos insuficientes. A título de exemplo da importância de uma pesquisa bibliográfica, toma-se o desenvolvimento das atualizações semânticas, como no caso da terminologia da deficiência intelectual, que excluiu o uso do termo deficiência psychological com o propósito de evidenciar o déficit no nível cognitivo e minimizar a associação errônea com as doenças mentais (SASSAKI, 2005).

Nas pequenas coisas e na simplicidade pode estar a essência do sucesso, mas nada lhe impede de viver com inteligência o requinte.

• que reconheça interesses que o aluno já possui, a fim de favorecer a valorização, a motivação e o vínculo com o professor, o qual está partilhando de aspectos pessoais do aluno;

Sobre o desenvolvimento da linguagem na deficiência intelectual, merece destaque o fato de ser comum um déficit na produção da linguagem, como problemas com a morfologia e, em decorrência disso, a construção de frases curtas e simples. Devido à limitada capacidade expressiva, ocorrem poucas interações diárias que favoreçam o aperfeiçoamento, o que acaba gerando uma realimentação: como as more info pessoas não entendem muito bem o relato daquele com deficiência intelectual, então ele acaba por não insistir na fala.

• que estimule a curiosidade e desafie o aluno, a fim de gerar um repertório permanente de iniciativa e exploração ativa;

• em que, nas atividades coletivas e grupais, o educador atue sistematicamente como mediador a fim de compensar as limitações cognitivas superiores dos alunos com deficiência intelectual;

• em que conflitos sejam reconhecidos e resolvidos pacífica e imediatamente, tendo em vista os iniciais sinais de estresse e irritabilidade, uma vez que alguns indivíduos com deficiência intelectual podem apresentar uma marcada impulsividade e um fraco autocontrole emocional. Além disso, tais alunos podem ter maior dificuldade em executar as atividades escolares e a possibilidade de baixa autoestima pode gerar uma maior ocorrência de estresse e sua respectiva manifestação comportamental.

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